sábado, 23 de julho de 2016


Ó alma aprisionada neste claustro
criado pelo teu próprio egoísmo,
enquanto pulsa a vida neste corpo,
que um dia o amor de Deus te concedeu,
levanta-te e à porta te encaminhes
e veja, fora, como brilha a luz
a iluminar a Criação divina.
Foi para ti e para toda alma
que o Senhor te facultou o mundo
como usufruto, porém partilhado.
Assim, não te aprisiones em ti mesma,
retira-te do claustro que ergueste
e viva a humanidade, dom de Deus. 


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