Há um claustro – o da vida consagrada –
em que as almas retiradas deste mundo
se reúnem no serviço e no louvor,
e em oração se aproximam do Senhor.
N’outro claustro – em que minh’alma colocou-se,
igualmente a tantas outras deste tempo –,
apartaram-se de outras almas e de Deus,
sem louvores a não ser ao próprio Eu.
Minha alma quis salvar esta mi’a vida
e com isso cavou sua sepultura.
Em seu claustro preparou minha ruína
e ao invés de vida cerca-nos a morte.
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