A clausura em meu ego me aniquila,
apartando-me dos homens e de Deus,
transformando-me – eu criado ser humano –
em um arremedo triste e bestial.
Não fala a outros minha poesia,
pois unicamente fala sobre mim.
Assim, tenho-me como único leitor
e a arte que eu quisera em mim sepulta-se.
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