A Paris dos anos vinte despertava
o artista ao que por ela
caminhava,
não apenas pelos que ali havia
– eram tantos, quando o mundo renascia
do flagelo chamado de Grande
Guerra –,
mas por respirar-se o ar da
liberdade.
Hoje muitos percorrendo vão as
ruas,
esperando reviver aquela era,
no entanto, dela só encontram
placas
a sinalizar os que ali passaram.
Foi na Guerra que perdeu-se a
esperança,
sem saber se haveria um futuro
e o agora sendo tudo o que
tinham.
O presente era a sua liberdade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário