quinta-feira, 25 de agosto de 2016


A idolatria dominava o Antigo Egito,
quando os hebreus foram ali feitos escravos.
Da escravidão, Deus escutou o seu clamor
e por Moisés guiou seu povo à liberdade.

Contaminado, entretanto, estava o povo,
por isso o Deus que revelou-se como “Eu Sou”
a idolatria condenou aos libertados,
pois não existe outro deus além de Si.

Quando, no entanto, no deserto, os escolhidos
contra o Libertador pecaram e blasfemaram,
serpentes venenosas Deus mesmo enviou,
sinal do mal que o próprio povo escolheu.

A intercessão junto ao Senhor por Moisés feita
aos pecadores conquistou misericórdia.
“Eu Sou” mandou que se forjasse uma serpente
que salvaria todos os que a olhassem.

Imagem prévia da Cruz do Senhor Jesus,
brônzea serpente remeteu ao Criador.
Assim, não é idolatria a imagem
que nosso olhar e coração conduz a Deus.


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