Tão jovem e imberbe, Marckevitch
levado foi à casa de Chanel
a fim de executar no Steinway
alguma peça para Diaghilev.
Ao fim da execução de algumas músicas
(um tanto juvenis e sem carismas),
canções de nostalgia carregadas,
o produtor lhe disse que esperava
vislumbrar o futuro e não o passado.
A rapazote, embora um tanto tímido,
a Diaghilev deu pronta resposta:
“Não me interessam o ontem ou o hoje
e sim aquilo que é para sempre”.
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