Fora brilha o Sol da Vida,
que alimenta as criaturas,
que floresce os verdes campos,
darem frutos faz às árvores,
aquecendo toda a terra.
Mas a alma egoísta
jaz fechada em seu claustro,
com a tênue luz de vela –
um lampejo é sua chama –
que em breve há de findar-se.
Ó minh’alma enclausurada,
que teima em si fechar-se,
abra a porta, sai à luz,
sorve a vida verdadeira,
que só no Senhor existe!
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