Quando jovem eu olhava-me no espelho
e em mim beleza eu não percebia,
no entanto, em meu olhar admirava
a expressão de vida que nele havia.
Hoje, inexpressivo é o meu olhar;
não há brilho, como é o olhar de um morto,
e meu corpo, embora pulse o coração,
jaz prostrado e a vida me abandona.
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