Entrevada eu sentia a minha alma
e meu corpo como não tivesse vida.
Ante as dores desta vida me prostrei
e fechado em mim mesmo quis a morte.
Minha vida já não tinha mais sentido,
pois não tinha um sentido o meu sofrer.
Eu não me reconhecia ao espelho,
um estranho era eu para mim mesmo.
Uma luz iluminou a minha alma
e sentido encontrei no sofrimento.
Ofertei a Deus o que me oprimia,
um peso foi tirado de meus ombros.
Pela salvação do mundo e a minha,
oblação de minhas dores fiz a Deus.
Descobrindo um sentido do sofrer,
Igualmente eu o dei à minha vida.
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