Numa cruz morreu Jesus
pela nossa salvação.
Não foi morte pela morte,
mas a morte pelo amor.
Quantas vidas são ceifadas
no seio da humanidade
por perversos egoístas
que vivem só para si.
Há uma distância imensa
entre as mortes violentas
e a de Jesus na cruz,
pois foi esta dom de si.
A cruz, que era maldição,
torna-se bendito altar,
onde imola-se o Cordeiro
ofertado a Deus-Pai.
Já não há mais sacrifícios
que purificar-nos possam,
pois definitivo e único
foi o da vida de Cristo.
A memória que fazemos
dessa doação de amor
deve-nos nutrir de Deus,
renovando-nos a vida.
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