Eu sou filho e fruto do meu
tempo,
da pátria e da cultura em que
cresci,
daí trazer em mim virtude e
vício,
que encontro entre meus
contemporâneos.
E tudo o que eu e o mundo somos,
em meus poemas vai
transparecendo.
Porém, neles destaca-se dorida
a sombra negra da desesperança.
Nenhum comentário:
Postar um comentário